CID Imóveis

Nos últimos anos, a crise econômica afetou não só o Brasil, mas diversos países ao redor do mundo. E o setor imobiliário não ficou imune a esse contexto. Esse cenário já está mudando e, por isso, você deve acompanhar as tendências do mercado imobiliário para conseguir fechar bons investimentos, ou esperar mais.  

Agora em 2020, no entanto, a expectativa de diversos especialistas é de que o ano deve consolidar a recuperação do mercado imobiliário brasileiro. Com a melhora da economia e com a taxa Selic em seu menor patamar histórico, melhores condições de financiamento prometem movimentar a venda de imóveis neste ano. A expectativa, de acordo com números do Sindicato da Habitação (Secovi), é de um aumento de 15% a 25% nos lançamentos, o que deve atrair ainda mais o interesse de investidores no setor de construção civil.

Teremos, também, um crescimento no setor de locação, principalmente pelo fortalecimento dos millennials e pela chegada da Geração Z ao mercado de trabalho. Em 2019, muitos destes jovens completaram 18 anos, o que significa que estão se tornando adultos que trabalham, consomem e, portanto, passaram a integrar a camada economicamente ativa do país. 

Assim, para que você possa fazer bons negócios neste ano, seja comprando, alugando ou vendendo um imóvel, preparamos este artigo com as principais tendências para o mercado imobiliário em 2020. Abaixo, você vai encontrar análises sobre:

  • As novas opções de crédito imobiliário;
  • Valorização dos imóveis;
  • Aumento do otimismo dos consumidores;
  • Uma nova cultura de mercado com foco no cliente.

Acompanhe!

1 – Novas opções de crédito imobiliário chegam ao mercado

Segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupanças (Abecip), no primeiro semestre de 2019 houve um aumento de 33% na liberação de crédito para financiamento de imóveis no Brasil, na comparação com o mesmo período de 2018. Houve, ainda, um salto de 31% no número de imóveis financiados pelos brasileiros.

Como dito anteriormente, a queda dos juros – como a taxa Selic, que atingiu 5% ao ano em novembro de 2019 – foi o principal motivo para esse aumento, que acirrou ainda mais a competição entre instituições financeiras em relação ao crédito imobiliário. 

Outro fator que impacta nas tendências do mercado como aquecimento do setor é a portabilidade do crédito imobiliário. Em 2019, os pedidos de portabilidade explodiram. De julho a setembro, o saldo quadruplicou: passou de R$61 milhões para R$260 milhões. Já os pedidos triplicaram de 764 em julho para 2.380 nos três meses. 

Assim, para não perder a concorrência, os bancos têm reduzido os juros e melhorado as condições de financiamento imobiliário para os clientes. Em agosto de 2019, por exemplo, a Caixa Econômica Federal anunciou uma nova linha de financiamento imobiliário com correção pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Os juros da modalidade têm taxas fixadas entre 2,95% e 4,95% ao ano. A instituição já oferecia também uma modalidade pós-fixada corrigida pela Taxa Referencial (TR), com juros de 6,5% a 8,5% ao ano. 

Seguindo essa tendência, para março de 2020, a instituição prevê o lançamento de uma terceira linha de crédito com juros pré-fixados. As condições ainda não foram definidas, mas isso quer dizer que os contratos não seriam mais corrigidos pela inflação ou pela TR.

Para não ficar atrás no mercado imobiliário, o Banco do Brasil também passou a oferecer uma linha de crédito atualizada pela inflação. Além disso, anunciou que suas taxas de financiamento imobiliário agora passam a variar de acordo com o prazo do pagamento. Ou seja, quanto mais curto o prazo, menores são os juros. Já o Santander aposta na ampliação do teto do financiamento. O banco passou a financiar até 90% do valor do imóvel em suas linhas de crédito imobiliário, estratégia adotada também pelo Bradesco. 

Diante desta tendência do mercado imobiliário, quem sai ganhando é o consumidor que, em 2020, passa a ter maior facilidade em adquirir crédito e, consequentemente, podem tirar da gaveta seus sonhos de adquirir a casa própria ou realizar novos investimentos. 

2 – Valorização dos imóveis

Uma pesquisa feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo Grupo Zap mostrou que o número de potenciais compradores de imóveis aumentou entre o segundo e o terceiro trimestre de 2019. A intenção de comprar imóveis passou de 26% para 38%. 

O preço médio dos imóveis, segundo o Índice FipeZap, ficou estável em 2019. Já o preço de locação dos imóveis residenciais, que reagem mais rápido à melhora da economia, começou a subir. Nos 12 meses anteriores a novembro de 2019, o preço médio da locação apresentou alta real de 1,7%. 

Em 2020, uma das tendências do mercado imobiliário é que os preços subam em função do aumento da demanda de consumidores, tanto para compra, como para locação de imóveis. O aumento, porém, deve ser gradual e lento, como toda mudança de ciclo econômico. 

Por isso, não é preciso correr. Se você está em busca de um novo imóvel, o ideal é aproveitar o momento de recuperação para procurar bem e encontrar um bom negócio, por um preço que caiba no seu bolso. 

3 – Aumento do otimismo entre consumidores e investidores

Com a diminuição da taxa de desemprego e com a taxa Selic em seu menor patamar histórico, um grande efeito é o barateamento do financiamento imobiliário para o consumidor final e para as próprias empresas na hora de executar seus projetos.

Segundo estudo feito pela Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), a cada ponto percentual de redução nos juros imobiliários, pelo menos 2,8 milhões de famílias passariam a ter condições de contratar o crédito imobiliário. Não à toa, entre os consumidores, a intenção de comprar imóveis nos próximos meses passou de 26% para 38%. 

Outro dado importante vem da pesquisa “Perspectiva do Mercado Imobiliário 2020”, realizada pela ADIT Brasil em parceria com o Grupo Prospecta. O estudo aponta uma visão otimista do segmento, onde 91% dos entrevistados pretendem empreender este ano – a maior parte deles em residenciais verticais. 

A expectativa, de acordo com números do Sindicato da Habitação (Secovi), é de aumento de 15% a 25% nos lançamentos, o que deve atrair ainda mais o interesse de investidores no setor de construção civil. Nesse contexto, o mercado imobiliário em 2020 apresenta cenários muito otimistas. A confiança aumentou e, com ela, é provável que cada vez mais pessoas invistam e movimentem o setor em 2020. 

4 – Uma nova cultura de mercado com foco no cliente

No início do texto, mencionamos que, em 2020, teremos  um fortalecimento dos millennials e chegada da Geração Z ao mercado de trabalho. São novos consumidores que, com comportamentos diferenciados, têm causado mudanças em todo o mercado imobiliário, principalmente no setor de locação. 

Mais informados e mais exigentes, eles querem respostas rápidas e assertivas aos seus anseios. É um público que espera que as empresas os surpreendam com uma experiência de consumo personalizada. Valorizam, também, a praticidade. Os processos burocráticos e exaustivos não combinam com este consumidor. Eles querem resolver tudo rápido e, de preferência, sem sair de casa.

Neste novo cenário de negócios, as empresas estão se reestruturando para atender às demandas dos consumidores, com o objetivo de se destacar entre os concorrentes. Assim, outra tendência do mercado imobiliário é investir cada vez mais na oferta de serviços online, de modo que as pessoas possam usar a internet para encontrar com facilidade um imóvel para comprar ou alugar.

O novo consumidor quer, ainda, um corretor de imóveis que de fato se importe com as suas demandas e suas necessidades. Por isso, deve-se focar na excelência de atendimento e valorizar o lado humano de compradores e vendedores.

Outra mudança é referente às novas relações com nosso ambiente de trabalho e onde moramos, que envolvem mais conexão e flexibilidade, com crescimento dos “co” – coliving, coworking, cohousing. 

Os novos modelos de moradia tendem a se tornar cada vez mais compactos. Os apartamentos, por exemplo, deverão ser somente para as pessoas passarem a noite e utilizarem o banheiro. Fora desse ambiente tudo deverá ser compartilhado.

Já nos mais recentes lançamentos, algumas medidas sustentáveis como tomada para carros e bicicletas elétricos nas garagens e placas solares também foram adotadas para seguir a demanda dos novos consumidores.

E aí, gostou das perspectivas para o mercado imobiliário este ano?

Como você pode ver, o setor promete crescimento e trará ótimas oportunidades para quem quer investir em um novo imóvel. Mas, para aproveitá-las, é preciso se manter por dentro das novidades e saber com quem contar para te auxiliar na tomada da melhor decisão.

Para isso, conte sempre com a CID Imóveis, imobiliária em Cuiabá com mais de 40 anos de experiência no mercado. Somos apaixonados pelo que fazemos e totalmente preparados para atender às suas expectativas. Entre em contato conosco e vamos conversar!

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